
14 de março de 2009
13 de março de 2009
6 de março de 2009
1 de março de 2009

Agradecimento ao olhar maneiro do Laerth, do blog O buraco dos olhos, pela indicação ao selo "Olha que blog Maneiro!"
Meus indicados:
cisco zappa
Compulsão Diária
Falando Poesias
Lady Rehl
POEMA PROCESSO
POEMASTIGANDO
Poesia e outras bobagens
Ruas do mundo
Triagem
Visual AL-Chaer
Regrinhas:
1- Exiba a imagem do selo “Olha Que Blog Maneiro”.
2- Poste o link do blog que te indicou.
3- Indique 10 blogs de sua preferência.
4- Avise seus indicados.
5- Publique as regras.
6- Confira se os blogs indicados repassaram o selo e as regras.
7- Envie sua foto ou de um(a) amigo(a) para olhaquemaneiro@gmail.com juntamente com os 10 links dos blogs indicados para verificação. Caso os blogs tenham repassado o selo e as regras corretamente, dentro de alguns dias você receberá 1 caricatura em P&B.8- Só vale se todas as regras acima forem seguidas.
28 de fevereiro de 2009
Lugares Desdobrados / Lucia Koch

Modelo: Clarice Giordano
Fotos: Carmem Salazar

Obra da artista Lucia Koch na Mostra Lugares Desdobrados
Fundação Iberê Camargo - POA / RS
http://www.iberecamargo.org.br

23 de fevereiro de 2009
21 de fevereiro de 2009
15 de fevereiro de 2009
13 de fevereiro de 2009
Mario Benedetti
As estações
Estão em mim as estações
como se fossem uma só
as quatro sempre estão em mim
são quatro faixas de um abismo
da aurora até o ocaso
a chuva o verde o sol o vento
sem me desvelar estão em mim
são a missão recém-nascida
e são os mortos do meu mundo
minhas ocultas estações
me fazem feliz / sofrem em mim
cada uma delas tem um céu
e cada céu é um espelho
que fala de todos e de mim
as estações se congregam
se reconhecem e se abraçam
as quatro sempre estão em mim
sou seu fervor suas folhas mortas
seu granizo suas colheitas
sua porta aberta seus cadeados
sua insolação seus aguaceiros
como um destino estão em mim
as estações se embaralham
para se mesclar com minha vida
para se juntar com minha morte
e então fugir de mim
Estão em mim as estações
como se fossem uma só
as quatro sempre estão em mim
são quatro faixas de um abismo
da aurora até o ocaso
a chuva o verde o sol o vento
sem me desvelar estão em mim
são a missão recém-nascida
e são os mortos do meu mundo
minhas ocultas estações
me fazem feliz / sofrem em mim
cada uma delas tem um céu
e cada céu é um espelho
que fala de todos e de mim
as estações se congregam
se reconhecem e se abraçam
as quatro sempre estão em mim
sou seu fervor suas folhas mortas
seu granizo suas colheitas
sua porta aberta seus cadeados
sua insolação seus aguaceiros
como um destino estão em mim
as estações se embaralham
para se mesclar com minha vida
para se juntar com minha morte
e então fugir de mim
1 de janeiro de 2009
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